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Cresce a adesão às greves contra as reformas no dia 30

29 JUN 2017
29 de Junho de 2017

Amplia-se a mobilização nas redes sociais e os anúncios de participação

Dia 30 é dia de greve, paralisações, mobilizações e atos contra as reformas Trabalhista e previdenciária de Temer, reprovadas por mais de 90% dos brasileiros, segundo pesquisa CUT-Vox realizada no início deste mês.

Em São Paulo, a concentração para o ato público tem início às 16h, em frente ao vão livre do MASP, na Avenida Paulista, na capital. Depois, tem caminhada até a Prefeitura de SP, onde os manifestantes vão denunciar as privatizações do prefeito João Doria.

VEJA NO FINAL DO TEXTO A LISTA DE CIDADES ONDE TEM ATOS CONFIRMADOS E CATEGORIAS QUE JÁ DECIDIRAM EM ASSEMBLEIA PARALISAR AS ATIVIDADES.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, diz que a pressão popular, greves e a ocupação das ruas podem derrubar as reformas que, se aprovadas, representam o fim da CLT e da aposentadoria, no Congresso Nacional.

“A derrota de Temer na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, antes mesmo de Temer ganhar o título de primeiro presidente denunciado por corrupção pela Procuradoria Geral da República é uma prova do que estou falando”.

“Temer não tem moral para propor essas reformas e agora está perdendo o apoio dos parlamentares que sempre estiveram ao lado dos empresários”, diz Vagner.

Para reforçar a tese de que a classe trabalhadora pode impedir o desmonte social, trabalhista e previdenciário, o presidente da CUT cita as pesquisas de avaliação de ilegítimo e golpista Temer e a revolta da população que exige a saída do presidente denunciado imediatamente.

No inicio de junho, o desempenho de Temer já era reprovado por 95% dos brasileiros, segundo pesquisa CUT/Vox. O Datafolha registrou um percentual de 76% dos que querem a renúncia do peemedebista.

“Tudo isso, com certeza, vai interferir na decisão dos parlamentares aliados pro ou contra as reformas. Eles terão de pensar se votam contra os trabalhadores, a favor de um presidente reprovado por quase 100% dos brasileiros, acusado de corrupção e formação de quadrilha, segundo a PGR”, conclui Vagner.

E a sociedade está se mobilizando para a greve contra a retirada de direitos e contra a permanência do corrupto na presidência da República. No Twitter a hashtag #SextaTemGreve está bombando no Brasil e nas páginas dfo Facebook, milhares já confirmaram participação nos atos.

 

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