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“Estamos vivendo um estado de exceção” analisa Andreia Alves sobre a manifestação “Ocupa Brasília”

30 MAI 2017
30 de Maio de 2017

Entidades sindicais, trabalhadores, sindicalistas, estudantes, servidores públicos, ativistas e simpatizantes do movimento, participaram no último dia 24 do ato “Ocupa Brasília”, na capital federal, contra as arbitrariedades do governo federal que vem agindo de maneira abusiva e injusta contra a massa trabalhadora e os desmandos que tomou conta de um país a deriva.

 

Segundo a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) mais de 200 mil trabalhadores ocuparam as ruas de Brasília nesse movimento, com o objetivo de pedir o fim das reformas trabalhista e previdenciária, reivindicando ainda, a saída do governo Michel Temer, uma vez que, o mesmo está envolvido em grave esquema de corrupção.

 

A presidente do SINDSERM de São Raimundo Nonato, Andreia Alves, juntamente com a tesoureira Maria Lucia, a diretora de esportes Cláudia Cristiana Estevão e o secretário do sindicato Aldo César Porcincula, participou desse grande ato, mostrando a força da classe trabalhadora, na tentativa de lutar para que esses desmontes sejam extintos antes de suposta aprovação final.

De acordo com a sindicalista a mídia propagou que durante o movimento ocorreu atos de vandalismos, no entanto, ela afirma que foi apenas uma resposta dos trabalhadores contra a força do governo em oposição ao povo. “Desde a hora em que chegamos a Brasília já estávamos sendo vigiados, por dois helicópteros sobrevoando constantemente o local de concentração, que se deu próximo ao estádio Mané Garrincha e depois quando saímos em caminhada a barreira foi feita logo na chegada do congresso nacional e quando ocorreu essa barreira houve confronto sim, temos informações que foram pessoas infiltradas dentro do movimento e então nós trabalhadores fomos obrigados a reagir, pois não podemos apanhar deitados com os braços cruzados”, destacou.

 

Para a presidente, a mídia não divulgou imagens da grande manifestação que aconteceu em Brasília, onde trabalhadores de todo o país, ecoou contrariamente a essas reformas, com discursos coerente e pacífico, bem como, palavras de ordem. Noticiou apenas, o enfrentamento e a marginalização. “o que nós temos visto é que o movimento sindical tem sido colocado, como se fosse algo isolado e nós temos destacado que, pra você ser sindicalista, primeiramente você precisa ser um trabalhador. E o trabalhador hoje no Brasil é visto como grande cidadão, então se trabalhadores e trabalhadoras sindicalizados, não são cidadãos a serem respeitados nesse país quem será? E Lá nós tivemos todos os tipos de trabalhadores, de todas as classes, desde procuradores, policiais, professores, vigias, zeladores, garis, bombeiros, trabalhadores da indústria, do comércio, das metalúrgicas, lojistas, estudantes, nós tivemos todo um conglomerado de trabalhadores, que não foram respeitados na capital do país, que foram atacados violentamente por uma polícia totalmente armada contra trabalhadores desarmados”, pontuou.

 

Andreia Alves, ressaltou também que estamos vivendo um estado de exceção, pois a polícia atacou os trabalhadores de maneira violenta e desrespeitosa, com cavalaria pisoteando as pessoas e atirando com bala letal. Afirmou ainda, a legitimidade da manifestação, pois foi protocolada pelas centrais sindicais e possui responsabilidade.

 

Diante disso, alerta que os trabalhadores precisam estar dispostos a reagir, pois a pauta continua e as forças contrárias aos trabalhadores continuam pautando, a fim de aprovar essas leis reacionárias. “A hora!! é de reagir, ou os trabalhadores e cidadãos acordam para entender o processo ao qual estamos vivendo, pois de um lado estão os trabalhadores e trabalhadoras e de outro estão 513 deputados que tem alguns que são contra, mas a maioria é a favor e tem ainda, os grandes empresários desse país, contra os trabalhadores, ou as consequências serão irreparáveis”, salientou Andreia Alves.

 

Portanto, a professora conclama a todos: trabalhadores, aposentados e sociedade de maneira geral, a se colocarem também nessa luta, na tentativa de garantir os seus direitos conquistados a duras lutas, que agora está na eminência de ser extinta por a classe corrupta desse país.

 

SINDSERM – JUNTOS CONTINUAREMOS VENCENDO!!!

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