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Servidores da saúde continuam em greve por tempo indeterminado em São Raimundo Nonato; o movimento começou no dia 07 de abril

Os servidores da saúde do município de São Raimundo Nonato continuam em greve por tempo indeterminado. O SINDSERM promoveu nova manifestação nesta terça-feira, 15, na Praça do Relógio. A paralisação teve início no dia (07). A categoria reivindica – diferenças do salário base de todos os servidores dos meses de janeiro, fevereiro, março e abril de 2013; implantação e pagamento retroativo a janeiro de 2013 de deslocamento, adicional noturno, insalubridade e gratificações de alguns servidores; reajuste com a diferença superior ao salário mínimo da época para nível médio 12,5% e para nível técnico 15,5% quando da aprovação do plano de carreira; e reajuste a partir de fevereiro de 2014 para todos os servidores.

greve2014

A diretoria do sindicato e alguns servidores se reuniram com o secretário Robson Barreto na quarta-feira, 09, mas não foi possível acordo para por fim a greve. Na oportunidade o gestor se comprometeu a pagar o retroativo de janeiro, fevereiro, março e abril de 2013 em oito parcelas a partir de maio de 2014; o adicional noturno de deslocamento, insalubridade, pagaria mediante requerimento a ser protocolado e encaminhado à assessoria jurídica comprovando jurisprudência e horário de trabalho e lotação. O secretário chegou a prometer o pagamento do reajuste salarial no mês de maio e o retroativo de fevereiro, março e abril junto com os retroativos de 2013 em oito parcelas. Porém o sindicato fez uma contra proposta, buscando garantir o percentual de diferença dos níveis médio e técnico, mas o secretário rejeitou. Com isso a greve continua.

De acordo com a assessora de comunicação do SINDSERM, professora Andreia Alves, o secretário tem tentado desarticular a organização da greve ao invés de apresentar propostas que possam resolver o impasse. Segundo ela, na segunda-feira, 07, o mesmo questionou que os servidores de nível médio e técnico estariam sendo enganados pela diretoria do sindicato, pois os mesmos não tinham nada a ganhar com a greve. Já nesta terça, 15, o gestor da saúde questionou o que os servidores de nível superior estariam fazendo durante a greve. “Mesmo com essas tentativas os servidores continuam firmes na luta e confiando na credibilidade da diretoria do SINDSERM, que tem buscado lutar com lisura a transparência em todos os momentos” declarou a assessora. A presidente do sindicato, professora Risoneide Dias afirmou que a greve continua por tempo indeterminado e pediu o engajamento de todos os servidores na paralisação.

FONTE: SINDSERM.COM